Futebol e rúgbi são os dois únicos esportes em que o País de Gales compete como uma nação separada da Grã-Bretanha, deixando as seleções nacionais com uma responsabilidade cultural que se estende muito além dos limites do jogo. Em um ambiente político onde os conceitos de galês estão sendo mais profundamente ponderados e afirmados com mais força, as equipes servem como veículos para a expressão coletiva.

À sua maneira, a seleção da Copa do Mundo deste ano está reforçando uma identidade nacional, iluminando-a, quase criando-a. Pergunte a um torcedor galês, por exemplo, como seria vencer a Inglaterra, outro adversário do Grupo B, em 29 de novembro.

“O esporte é realmente importante no País de Gales para dizer ao povo galês, ao mundo em geral, que o País de Gales é uma nação”, disse Martin Johnes, professor de história na Swansea University. “Na ausência de qualquer tipo de entidade política, na ausência de qualquer unidade linguística – com o galês falado por uma minoria de pessoas – e com divisões políticas, o esporte tem sido algo que os galeses tendem a unir por trás.”



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