Representantes e negociadores de quase 200 países chegaram a um acordo histórico para pagar indenizações aos países pobres considerados vítimas das mudanças climáticas, embora os defensores digam que é necessário mais para reduzir os combustíveis fósseis.

O acordo, fechado ao amanhecer na cidade egípcia de Sharm El-Sheikh, no Mar Vermelho, estabeleceu um fundo para o que os negociadores chamam de “perdas e danos”.

Um homem passa por uma exibição de vídeos dirigidos a líderes mundiais na COP27 UN Climate Summit, sábado, 19 de novembro de 2022, em Sharm el-Sheikh, Egito.
(Foto AP/Peter Dejong)

Foi uma grande vitória para as nações mais pobres que há muito pedem dinheiro – às vezes vistas como “reparações” – porque muitas vezes são vítimas de enchentes, secas, ondas de calor, fome e tempestades, apesar de terem contribuído pouco para a poluição que aquece o planeta. globo.

Embora o fundo seja amplamente voltado para as nações mais vulneráveis, haverá espaço para países de renda média gravemente atingidos por desastres climáticos receberem ajuda.

Os detalhes da diversão ainda não foram definidos. Provavelmente será um tópico importante na conferência climática do ano que vem nos Emirados Árabes Unidos em 2023. Até agora, apenas algumas nações fizeram promessas significativas de pagamentos.

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O fundo contaria inicialmente com contribuições de países desenvolvidos e outras fontes privadas e públicas, como instituições financeiras internacionais. Embora grandes economias emergentes, como a China – a segunda maior economia do mundo e o maior emissor – não tenham que contribuir automaticamente, essa opção permanece sobre a mesa. Esta foi uma reivindicação fundamental da União Europeia e dos Estados Unidos. Eles argumentam que a China e outros grandes poluidores atualmente classificados como países em desenvolvimento têm o poder financeiro e a responsabilidade de pagar suas despesas.

Xie Zhenhua, enviado especial da China para o clima, se reúne com membros da mídia na COP27 UN Climate Summit, sábado, 19 de novembro de 2022, em Sharm el-Sheikh, Egito.

Xie Zhenhua, enviado especial da China para o clima, se reúne com membros da mídia na COP27 UN Climate Summit, sábado, 19 de novembro de 2022, em Sharm el-Sheikh, Egito.
((Foto AP/Olivia Zhang))

Funcionários do meio ambiente em países em desenvolvimento saudaram o desenvolvimento de domingo como um investimento no futuro e uma “vitória para o mundo inteiro”. Outros, particularmente funcionários da UE, expressaram desapontamento com o fato de os participantes não terem assumido compromissos mais robustos para reduzir os combustíveis fósseis e reduzir as emissões.

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Embora o novo acordo não aumente os pedidos de redução de emissões, ele mantém a linguagem para manter viva a meta global de limitar o aquecimento a 2,7 graus Fahrenheit. As conversações do próximo ano também verão novas negociações para elaborar detalhes do novo fundo de perdas e danos, bem como revisar os esforços do mundo para cumprir as metas do acordo de Paris.

A Associated Press contribuiu para este relatório.



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