Se outras formas de exploração do trabalho (números de IVA falsos, trabalhadores classificados como colaboradores, contratos a tempo parcial estipulados com trabalhadores a tempo inteiro) é fácil perceber como o fenômeno do trabalho irregular têm enormes dimensões na Itália. Tanto que, segundo o Istat, novamente em 2020 o valor da economia não observada (que inclui atividades clandestinas e ilegais) foi de 174,6 bilhões de euros.

Um panorama sombrio, contra o qual o setor sempre lutou trabalho temporário:le Agências de empregointroduzidas na Itália em 2003 para retomar o legado das agências de trabalho temporário nascidas em 1997 com o “Pacchetto Treu” são de fato, por sua própria natureza, uma das mais fortes baluartes contra o trabalho não declarado e o emprego irregular. Ao garantir que as empresas atendam às suas necessidades de flexibilidade, de fato, o trabalho temporário está sujeito a um legislação rigorosa que – graças ao princípio da igualdade de tratamento – garante aos trabalhadores direitos iguais, proteção igual e o mesmo salário dos trabalhadores empregados diretamente.

E para funcionar, as agências de emprego devem possuir requisitos de confiabilidade e ser registrado em registro especial instalado no Ministério do Trabalho. Além disso, para poder ingressar no Assowork (a associação que reúne as agências de emprego na Itália), le Agências de emprego deve assinar um Código de ética que prevê um nível adicional de confiabilidade e ética, além do que é exigido por lei.

Aquele em administração fornecido por Agências de emprego é em suma, juntamente com o recrutamento direto pelas empresas, al vértice do “pirâmide” de direitos e proteções garantidos aos trabalhadorestanto com contratos permanentes quanto por prazo determinado. Descendo para a base da pirâmide, porém, deparamo-nos com situações cada vez menos protegidas: trabalhadores em cooperativas espúrias, trabalhadores de projetos, trabalhadores independentes, IVA com um único cliente, para depois chegar a formas de trabalho que beiram o legais e irregulares.

Devido a esta Assowork sempre foi na vanguarda do combate ao trabalho irregular: além de ter subscrito um Memorando de Entendimento com a Inspecção Nacional do Trabalho para combater o trabalho irregular, relançou a proposta de promover caminhos de emergência daqueles trabalhadores não declarados que, depois de “descobertos” durante as atividades de inspeção e investigação, são deixados à própria sorte. Por Assowork por outro lado, “uma política ativa dedicada, que é composta por uma parcela de renda e uma caminho destinado ao emprego regular” para estes trabalhadores, também através das próprias Agências de Emprego, que se revelam assim uma verdadeira pedra angular na luta contra o trabalho não declarado. Apenas o Agências de emprego na verdade, eles já disseram há muito tempo dispostos a fazer sua parte através do emprego destes trabalhadores também através formação, integração e certificação de cursos de competências.



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