Catorze mil pessoas presas – Os manifestantes também pediram três dias de greves e protestos mais intensos do que o habitual para comemorar o “Novembro Sangrento” de 2019. Naquela época, durante os protestos antigovernamentais, cerca de 1.500 pessoas foram mortas. Às manifestações juntaram-se greves. Enquanto isso, o regime religioso que governa o Irã, na tentativa de conter as manifestações, começou a condenar à morte alguns dos detidos.

Acusação de Teerã: “Israel e o Ocidente estão fomentando a guerra civil” – Segundo o ministro das Relações Exteriores iraniano, Hossein Amir-Abdollahian, Israel e as agências de inteligência ocidentais estão tentando fomentar a guerra civil na República Islâmica. “Muitos dos serviços de segurança, Israel e alguns políticos ocidentais que planejaram a guerra civil, a destruição e a desintegração do Irã devem saber que o Irã não é a Líbia ou o Sudão”, tuitou o ministro. “Hoje, os inimigos têm como alvo a integridade do Irã e a identidade iraniana. A sabedoria do povo falhou com o inimigo”, acrescentou.

Parlamento da UE: “Parar relações após sanções contra eurodeputados” – “As sanções iranianas de retaliação contra os eurodeputados são uma resposta inaceitável às preocupações legítimas do Parlamento Europeu sobre as violações dos direitos humanos”. Por proposta da Comissão dos Negócios Estrangeiros, os dirigentes da Eurocâmara suspenderam o convite a responsáveis ​​iranianos e os contactos diretos entre os órgãos oficiais do Parlamento Europeu e os homólogos oficiais iranianos.



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