Os designers de iluminação vivem no escuro, iluminando os outros. Jennifer Tipton, que trabalha em dança e teatro, recebeu mais atenção do que a maioria em sua profissão. No topo da lista nos últimos 50 anos, ela ganhou prêmios Tony, prêmios Bessie, um Obie pelo conjunto da vida e uma bolsa MacArthur, entre outros elogios e prêmios. Ainda assim, ela passou sua carreira sendo praticamente invisível, intencionalmente sem um estilo identificável, sempre a serviço da visão de coreógrafos, dramaturgos e diretores – muitas vezes famosos, como Jerome Robbins, Twyla Tharp, Paul Taylor e Robert Wilson.

“É por isso que estou uma pilha de nervos”, disse ela, sorrindo calmamente, no Baryshnikov Arts Center, em Manhattan, no início de novembro. Era seu primeiro dia em um teatro lá, projetando “Nossos Dias e Noites”, um trabalho sem coreógrafo, sem dramaturgo, sem diretor além de Jennifer Tipton.

É o resultado de mais um prêmio, a bolsa Cage Cunningham do centro. Ela está chamando o trabalho de instalação, embora o público a experimente como uma performance de uma hora, de quinta a sábado. O assunto é nada menos que “a história dos humanos na Terra”, disse ela.

Ela ainda não podia dizer muito mais sobre isso. Ela escreveu uma espécie de esboço sobre a relação da Terra com o Sol, mas “quanto mais me aproximo de fazê-lo, mais longe do texto estou chegando”, disse ela. A coreógrafa Liz Gerring e o dramaturgo, diretor e ator Ain Gordon aparecerá, mas não dançando ou falando.



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