“Na quinta me encontro com a junta e depois pego um voo para Roma: fico três dias”, diz Schifani. Na coalizão, o mal-estar é generalizado, dentro da Forza Italia, mas também na FdI, os dois acionistas majoritários. Foi a formação da equipe do governo que gerou descontentamento. Schifani acabou por ceder à pressão dos dirigentes nacionais da FdI que lhe impuseram dois nomes externos, obrigando-o a renunciar ao seu credo: apenas vereadores-deputados no executivo. A entrada de dois não eleitos – Francesco Scarpinato e Elena Pagana quebrou o “pacto”.

Dois importantes deputados da FdI que estavam no elenco original pagaram o preço: Giorgio Assenza e Giusi Savarino.

Os efeitos foram vistos em sala de aula, onde a maioria caiu na vice-presidência vicária. Neste caso, foi Luisa Lantieri, deputada da Forza Italia próxima a Schifani, que entrou em ebulição, que teve que se contentar com o segundo lugar atrás de Nuccio Di Paola (M5s) ameaçando sua renúncia após a votação.

O choque político que surgiu entre Schifani e Miccichè durante as negociações para a composição da junta manifestou-se no Ars com o estabelecimento de dois grupos azuis. Miccichè reivindica a posse legal do símbolo como coordenador regional do partido, mas a frente leal a Schifani considera legítima a formação do grupo. “Todos assumem suas responsabilidades, os parlamentares foram eleitos com base no programa de centro-direita e o candidato a presidente Schifani, então cada sujeito é livre para decidir”, comenta o presidente da Região.





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